quinta-feira, 11 de setembro de 2025
Leis da Criação!
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
O Despertar
quarta-feira, 3 de julho de 2024
A cegonha
A CEGONHA
Conto popular japonês
Era uma vez, um jovem camponês que vivia num país onde o inverno era muito rigoroso.
Numa manhã, quando a neve caia, ele observava a paisagem da janela de sua casa. Quando os flocos pararam de cair por um instante, ele saiu caminhando e viu um movimento que chamou sua atenção. Ao aproximar-se, viu que era uma cegonha que estava machucada, atingida por uma flecha. De coração generoso, resolveu ajudar o pássaro, retirando a flecha e fazendo um curativo em sua asa.
Os olhos da cegonha mostraram imensa gratidão. Levantou voo e foi se distanciando até que o jovem a viu desaparecer atrás das montanhas. Dias depois, bateram em sua porta. O rapaz abriu e na sua frente estava uma moça de quimono branco e um manto vermelho protegendo o rosto. A moça disse que estava indo para a próxima aldeia, mas acabou se perdendo no caminho. Perguntou se poderia ficar ali por uma noite. O frio lá fora era imenso.
O camponês permitiu e sugeriu que ela se sentasse perto do fogareiro. Depois, ele ofereceu chá bem quente.
No dia seguinte, o jovem sentiu um cheiro gostoso de comida e foi procurar de onde vinha. Logo percebeu que sua hóspede era quem estava preparando. Há muito tempo ele não comia algo tão saboroso. Vendo a neve cair lá fora, sugeriu que a moça ficasse mais uns dias, até que o tempo melhorasse e ela pudesse seguir viagem. Ela ficou muito alegre e aceitou.
O período da neve passou, mas a moça não partiu.
Ao contrário, ficou e casou com o jovem. Passaram a viver muito felizes.
Um dia, a moça teve uma ideia para ajudar o marido. Pediu que ele construísse um tear. Assim ela poderia tecer e ele venderia seu trabalho na feira. Em poucos dias, o tear estava pronto. A moça disse que ia começar a tecer, mas havia uma condição:
- Durante os três dias que eu estiver tecendo não quero que me veja. Está bem?
Ele estranhou, mas prometeu não olhar. E aguardou. A moça foi para um quarto e lá ficou com a porta fechada.
Três dias se passaram. Finalmente o tear parou e a porta abriu. A moça saiu do quarto. Trazia nas mãos um tecido que parecia ter sido desenhado por uma deusa.
O rapaz levou o tecido para a cidade e o vendeu rapidamente por uma grande quantia de moedas de ouro. O jovem voltou todo contente. A moça disse que iria tecer mais um. Mas que novamente ele não poderia olhar por três dias.
No terceiro dia o trabalho ficou pronto. Ela mostrou o tecido. Era ainda mais belo que o primeiro. O jovem vendeu por uma quantia de moedas ainda maior. Voltou todo entusiasmado e pediu que ela fizesse um terceiro tecido. Ela já mostrava sinais de cansaço, mas aceitou o pedido e foi para o quarto do tear.
Mas, dessa vez, o marido não aguentou de curiosidade e resolveu dar uma espiada. Ele chegou junto da porta, abriu uma fresta e viu: os fios pareciam ter vida. Eles se moviam rápido como uma dança. Em frente ao tear estava... uma cegonha! O pássaro arrancava com o bico as próprias penas e ia entremeando aos fios, formando as delicadas estampas. O homem fechou a porta com cuidado e continuou a esperar ouvindo o som do tear.
Logo veio o silêncio. A moça saiu do quarto. Estava muito abatida. Mostrou o tecido que era ainda mais lindo que os anteriores. A jovem olhou o rapaz nos olhos e disse:
- Você viu! Sabe quem eu sou? Eu sou aquela cegonha que você salvou na neve. Vim para retribuir o que fez por mim. Agora preciso ir.
- Para onde? Me perdoe, não devia ter olhado.
Ela deixou sua última obra e saiu. O camponês gritou:
- Por favor, não vá!
Ele correu atrás da moça, mas já era tarde. A moça se transformou e saiu voando até desaparecer no céu.
Adaptação de Augusto Pessôa
quarta-feira, 15 de julho de 2020
O único culpado!
O sábio O sábio rei Weng pediu para visitar a prisão de seu palácio. E começou a escutar as queixas dos presos.
– Sou inocente – dizia um acusado de homicídio. – Vim para cá porque quis assustar minha mulher, e sem querer a matei.
– Me acusaram de suborno – dizia outro. – Mas tudo que fiz foi aceitar um presente que me ofereciam.
Todos os presos clamaram inocência ao rei Weng. Até que um deles, um rapaz de pouco mais de vinte anos, disse:
– Sou culpado. Feri meu irmão numa briga e mereço o castigo. Este lugar me faz refletir sobre o mal que causei.
– Expulsem este criminoso da prisão imediatamente! – gritou o rei Weng. – Com tantos inocentes aqui, ele terminará por corrompe-los!
(conto chines)
Assuma seus erros e você verá que as consequências serão mais brandas do que tentar encobri-los!
Pense nisso e viva melhor!
sábado, 11 de julho de 2020
Liberte - se do preconceito!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Os três leões
Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:
- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes.
Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?
Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:
- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual e nós será o escolhido.
Mas como descobrir?
Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado.
De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso.
Depois de varias reuniões eles tiveram uma idéia excelente.
O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:
- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema.
A solução está na Montanha Difícil.
- Montanha Difícil? Como assim?
- É simples, ponderou o macaco.
Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil.
O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.
A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta.
O desafio foi aceito.
No dia combinado, milhares de animais cercaram a montanha para assistir a grande escalada.
O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados?
Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:
- Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.
- A senhora sabe, mas como? todos gritaram para a Águia.
- É simples, confessou a sábia águia, eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram f racassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.
O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu!
O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu!
O terceiro leão também disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.
- A diferença, - completou a águia, - é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: É rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros.
Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.
MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha; seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo - mas você não.
Você ainda está crescendo.
Você é maior que todos os seus problemas juntos.
Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance.
A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado.
E , lembrem-se do ditado:
"NÃO DIGA A DEUS QUE VOCÊ TEM UM GRANDE PROBLEMA, MAS DIGA AO PROBLEMA QUE VOCÊ TEM UM GRANDE DEUS."
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Viver como as flores
Viver como as flores
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
O verdadeiro amigo!
terça-feira, 30 de outubro de 2018
A princesa que não sabia sorrir

Todas as pessoas daquele lugar viviam muito alegres e já tinham feito de tudo para vê-la sorrir. Da janela do seu castelo, Carolina via as crianças brincarem em volta das casa, via os casais passearem de mãos dadas na pracinha e via também que ninguém brigava nem ficava de mau humor. Também ouvia o som de suas músicas alegres que fazia todos cantarem e dançarem, mas ela ficava triste... cada vez mais triste.
Lá em Horizonte Azul havia muitas flores pelos caminhos, muitos pássaros e árvores bem coloridas, de modo que todos que por ali passavam sentiam uma alegria no ar e eram felizes para sempre, só Carolina não via e nunca sorria.
Um dia, chegou naquele lugar um jovem muito formoso e esperto que percebeu a tristeza da menina e se apaixonou por ela. Resolveu ir até o palácio e conversar com ela. Quem sabe contando todas as suas histórias, falando do seu imenso amor ela não se sentiria mais feliz? Assim fez.
sábado, 27 de outubro de 2018
Bruxinha
Bruxinha
Ouvi dizer de alguém que, um dia, sentou-se, olhou uma bruxinha pendurada
como decoração, e divagou: "Talvez, num distante povoado, há muito tempo atrás,
uma linda jovem não se encontrava contente com o sistema de crenças e pensamentos
que seu povoado vivia. As pessoas eram embrutecidas pelo trabalho, com seus egos
salientes e o coração empedernido pela ambição e ganância. Estas pessoas caçavam
animais, e isto deixava a jovem muito infeliz.
Um dia, ela se afastou do povoado, foi em direção à floresta, onde entrou, e não voltou
mais. Aí, iniciou uma vida entre os animais, que amava e respeitava, e que, por isso,
haviam perdido o medo dela e conviviam em plena harmonia.
Aprendeu com os animais a entender de plantas, e se tornou uma grande conhecedora
de ervas, plantas e raízes. Dominando a medicina, fazia seus chás e poções sempre que
precisava. Com estes hábitos saudáveis, preservou sua juventude, prolongando sua vida.
A estimativa de vida no povoado era de cinqüenta anos. Sua geração já havia passado, e
ela havia se tornado uma lenda. Quando alguém precisava de um remédio, procurava a
bruxa na floresta, que embora apresentasse alguns sinais de velhice, ainda conservava sua
força interior.
No entanto, ao mesmo tempo em que a buscavam, a temiam. A ela eram atribuídos poderes
mágicos de cura, que não eram compreendidos pelas pessoas do povo. Pessoas nasciam e
morriam, e ela ainda estava lá, fruto de uma vida natural e harmoniosa com os elementos
da natureza. Isso aumentava o mito, assustando as pessoas do povoado.
Mas ela ia envelhecendo, sua pele ia ficando enrugada, seus cabelos em desalinho
embranqueciam, dando um tom amarelo esmaecido. Foi aos poucos ficando curvada, mas
ficava muito leve e sutil.
Era muito feliz. Em conexão com o universo, era capaz de levitar e se mover no espaço. Ela
não compreendia esse estranho poder, e como não acreditasse que isto poderia vir de si
mesma, projetou-o em uma velha vassoura. Assim, montada em sua vassoura, conseguia
voar. Por causa da idade, sua visão não era mais tão boa, e, por isso, preferia as noites de
lua cheia.
Era muito feliz, e gargalhava. Assim, era vista nas noites de lua cheia voando em sua
vassoura, com seu chapéu pontudo, projetando-se contra o luar, gargalhando sua
felicidade."
Mas, quem poderia entender? Sempre tememos àquilo que não entendemos.
Esta é a verdadeira história da bruxa. As feitiçarias para envolverem as pessoas e
induzí-las a fazer algo contra sua vontade, nada têm a ver com a bruxinha feliz. Ser bruxa
é respeitar a terra, as plantas, os animais, os rios. Alimentar-se de forma saudável,
respeitando a vida que há em si e nos outros, respeitando suas escolhas.
Isto torna você uma bruxinha feliz, saudável, e nisto residirá sua força e seu poder.
by Jorge Luiz Brandt
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domingo, 21 de outubro de 2018
O fazendeiro e o milho
O Fazendeiro e o Milho
Conta à história, que um fazendeiro bem sucedido,
ano após ano, ganhava o troféu "Milho Gigante", na feira de agricultura do município. Não dava outra; ele chegava à exposição com seu milho e saia com a faixa azul no peito. E seu produto era cada vez melhor. Em uma dessas ocasiões, um repórter ao entrevistá-lo após mais um prêmio, ficou intrigado com a informação do fazendeiro, de que compartilhava a semente de seu milho - de tanta qualidade - com seus vizinhos. - Porque o senhor compartilha a sua melhor semente com seus vizinhos quando, a cada ano, eles estão competindo com o seu produto? - quis saber o repórter. O fazendeiro pensou por alguns instantes, e respondeu: - Você não sabe, mas o vento apanha o pólen do milho maduro e o leva de campo em campo. Se meus vizinhos cultivarem milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Por isso, se eu quiser cultivar milho bom, de qualidade, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivarem milho bom e de qualidade também. O fazendeiro estava atento à conexão da vida: o milho cultivado por ele só poderia melhorar se o produto do vizinho também tivesse a qualidade melhorada. Esse exemplo vale para todos, e em diversas dimensões da vida. Quem escolhe estar em paz, deve fazer com que seus vizinhos também estejam em paz. Quem quer viver bem, deve ajudar os outros para que também vivam bem. E quem quer ser feliz, deve fazer de tudo para que os outros também encontrem a felicidade. O bem estar de cada um está ligado ao bem estar de todos. Que todos vocês consigam ajudar seus vizinhos a cultivarem um milho cada vez melhor! | |
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
O quadro
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O Quadro
Um homem havia pintado um lindo quadro...No dia de apresentá-lo ao publico, convidou todo mundo para vê-lo... Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, enfim, uma multidão. Afinal, o pintor além de um grande artista, era também muito famoso. Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve caloroso aplauso... Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa... O cristo parecia vivo. Com ouvido junto à porta, ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discurso e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Porém, um curioso observador, achou uma falha no quadro... A porta não tinha fechadura. E intrigado, foi perguntar ao artista... - Sua porta não tem fechadura! - Como se fará para abri-la? - É assim mesmo. Respondeu-lhe o artista. - Esta é a porta do coração humano... - Só se abre pelo lado de dentro. Muitas vezes, o que mais precisamos está bem dentro de nós mesmos. Pare um pouquinho... Preste atenção, ouça o que seu espírito tem a dizer... E o escute, não com os ouvidos, mas sim com o coração. Autor Desconhecido Fonte: Novaera.org |
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Uma lenda chinesa
Depois de alguns dias, passou a não se entender com a sogra. As personalidades delas eram muito diferentes uma da outra e Lili foi se irritando com os hábitos dela, que freqüentemente a criticava.
Meses se passaram e Lili e sua sogra cada vez mais discutiam e brigavam.
De acordo com antiga tradição chinesa a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo. Lili, já não suportando mais conviver com essa situação, decidiu visitar um amigo de seu pai, um velho sábio.
Depois de ouvi-la, ele pegou um pacote de ervas e lhe disse: -Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenar sua sogra.
A cada dois dias ponha um pouco destas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável.
Lili ficou muito contente, agradeceu o sábio e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.
Semanas se passaram e a cada dois dias Lili servia a comida "especialmente tratada" à sua sogra. Ela sempre lembrava do que o velho sábio tinha recomendado sobre evitar suspeitas e, assim controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe.
Depois de seis meses, a casa inteira estava com outro astral. Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia.
Nesses seis meses, não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia muito mais amável e mais fácil de se lidar. As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como mãe e filha.
Um dia, Lili foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse:
-Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra!
Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe e não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.
Sr. Huang sorriu e acenando a cabeça, disse:
-Lili, não precisa se preocupar. As ervas que eu lhe dei não eram venenosas e sim vitaminas especialmente preparadas para melhorar a saúde dela.
O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituido pelo amor que você passou a dar a ela.
Na China existe uma regra dourada que diz:
"A pessoa que ama os outros também será amada"
Na grande parte das vezes, recebemos das outras pessoas o que damos a elas!!
Lembre-se sempre: o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória.
Por isso, tenha cuidado com o que planta!
Pense nisso:
A colheita... é inevitável!
domingo, 30 de setembro de 2018
A caixinha
A Parábola da Caixinha
“Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente.”
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
O tesouro oculto
O Covarde, o Corajoso e o Ganancioso
Um homem, que vivia perto de um cemitério, uma noite, ouviu uma voz que o chamava de uma sepultura. Sendo covarde demais para, sozinho, investigar o que se passava, confiou o ocorrido a um corajoso amigo que, após estudar o local de onde saíra a voz, resolveu voltar à noite para ver o que aconteceria.Anoiteceu. Enquanto o covarde tremia de medo, seu amigo foi ao cemitério e ouviu a mesma voz saindo de uma sepultura. O amigo perguntou à voz quem era e o que desejava. A voz, vinda de baixo, respondeu: — Sou um tesouro oculto e decidi dar-me a alguém. Eu me ofereci a um homem ontem à noite, mas ele era tão medroso que não veio me buscar. Por isso, dou-me a você que é merecedor. Amanhã de manhã, irei à sua casa com meus Sete Irmãos.O homem corajoso disse: — Estarei esperando por vocês, mas, por favor, diga-me como devo tratá-los. A voz explicou: — Iremos todos vestidos de monge. Tenha uma sala pronta para nós com água. Lave o seu corpo, limpe a sala e tenha Oito cadeiras e Oito tigelas de sopa para nós. Após a refeição, você deverá conduzir cada um de nós a um quarto fechado, no qual nos transformaremos em potes cheios de ouro.Na manhã seguinte, o homem corajoso lavou o corpo conforme lhe fora recomendado, limpou a sala como lhe fora ordenado, e ficou à espera dos oito monges. À hora aprazada, os oito monges apareceram, tendo sido recebidos cortesmente pelo corajoso homem. Depois que tomaram a sopa, ele os conduziu, um por um, aos quartos fechados, nos quais cada monge se transformou em um pote cheio de ouro.Um homem muito ganancioso que vivia naquela mesma aldeia, ao tomar conhecimento do incidente, desejou também ter para si os potes de ouro. Para tanto, convidou os oito monges para virem até sua casa. Depois que eles tomaram a refeição, o ganancioso, esperando obter o almejado tesouro, conduziu cada um a um quarto fechado. Entretanto, ao invés de se transformarem em potes de ouro, os monges, enfurecidos com a cobiça do espertalhão, denunciaram o ganancioso à polícia, que o prendeu.Quanto ao covarde, quando ouviu que a voz da sepultura havia trazido riqueza ao seu corajoso amigo, foi até a casa dele e, avidamente, lhe pediu o ouro, insistindo que era seu porque a voz foi dirigida primeiramente a ele. Quando o medroso tentou pegar os potes, neles encontrou apenas cobras venenosas erguendo as cabeças prontas para atacá-lo.O rei, tomando conhecimento desse fato, determinou que os potes pertenciam ao homem corajoso, dizendo: — Assim se passa com tudo neste mundo. Os tolos cobiçam sempre os bons resultados, mas são covardes ou ineptos para procurá-los, e, por isso, estão continuamente falhando. Não têm confiança nem coragem para enfrentar as intestinas lutas que ocorrem na mente. Só com determinação, confiança e coragem se poderá dar início à Peregrinação que conduzirá à verdadeira Paz Profunda e à Harmonia Interior.
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
O MAIS IMPORTANTE!
O Mais Importante
Apressou-se então, e pôs-se a recolher freneticamente as jóias , ouro e pedras preciosas acolhendo-as em seu avental. Então se retirou rápido do interior da montanha, pois que o temor de ficar presa aí, assustava. Ao chegar lá fora, a intensidade do sol ofuscou sua vista, e tal era o brilho de seu tesouro, que em euforia, admirava, que só despertou deste estado, ao ouvir o estrondo da caverna se fechar.
Deu-se conta então de que esquecera o mais importante. O filho ficou no interior da escura caverna.
Assim é o mundo. Podes entrar nele e apanhar os tesouros que lhe são oferecidos. Mas não esqueça o mais importante. Não te esqueças de que és o filho. Não permitas que os tesouros do mundo ofusquem tua vista espiritual, e o prendam nas escuras cavernas.
domingo, 16 de setembro de 2018
Crianças trazem Paz
segunda-feira, 18 de junho de 2018
A história dos Ipês
A HISTÓRIA DOS IPÊS.
Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florecer e embelezar a terra.
Foi aquela alegria.
Outono, verão, Primavera, diziam!!!
Porém Deus observou que nem uma escolhia a estação do inverno.
Então Deus parou a reunião é perguntou:
Por que ninguém escolhe a época do inverno?!?
Cada um tinha sua razão. Muito seco! muito frio!..muita queimada!
Então Deus pediu um favor.
Eu preciso de pelo menos uma árvore, que embeleze o inverno, que seja corajosa, para enfrentar o frio, a seca e as queimadas e no frio embelezar o mundo....
Todos ficaram em silêncio.
Foi então que uma árvore quietinha lá no fundo, balançou as folhas e disse:
Eu vou!...
E Deus com um sorriso perguntou:
Qual seu nome minha filha?!
Me chamo Ipê, senhor!
As outras árvores ficaram espantadas com a coragem do Ipê em querer florecer no inverno.
Então Deus respondeu:
Por atender meu pedido farei com que você floreça no inverno não só com uma cor.
Para que também no inverno o mundo seja colorido.
Como agradecimento, terás diferentes cores e texturas, sua linhagem será enorme.
E assim Deus fez uma das mais lindas árvores que da cor ao inverno. E por isso temos os Ipês:
Branco
Amarelo
Amarelo do Brejo
Amarelo da Casca Lisa
Amarelo do Cerrado
Rosa
Roxo
Roxo Bola
Roxo da Mata
Púrpura.
domingo, 10 de junho de 2018
O sentido das coisas!
Uma vó conta aos seus netos e amigos
o sentido que ela vê nas coisas desse mundo.
Fonte: http://triskeldagi.com/Giliane.html
Um belo dia, quando eu acompanhava minha cachorrinha Princesa em seu passeio diário, concebi a idéia de escrever um livro para contar às crianças sobre o sentido que vejo nas coisas desse mundo.
É que o mundo que vejo, ouço, sinto e pressinto tem "pés e cabeça".
É bem verdade que algumas vezes é meio difícil entender o porquê das coisas, mas mesmo quando elas parecem não ter sentido nenhum, porque são chatas, tristes ou porque doem, ainda assim, persisto em dizer que o mundo tem "pés e cabeça".
Agora vejamos, antes de ir mais longe falando das coisas do mundo, de onde será que o mundo vem?
Os bebês humanos, bem sabemos, vêm da barriga de sua mãe.
E assim acontece com os filhotes de gatos, de cachorros, de vacas e até mesmo com os filhotes de girafas, hipopótamos e elefantes, que não são nada pequenos aliás.
E os filhotes da galinha? Bem, os pintinhos vêm do ovo que da galinha saiu.
E assim acontece com os filhotes da pata, da gansa, do sabiá, do pica-pau, do joão-de-barro, do assum preto, do rouxinol e até da ema, da águia, do condor e da avestruz, que também não são nada pequenos, seja dito de passagem.
Mas sempre tem um que é diferente. É o caso, por exemplo, do ornitorrinco que bota ovo feito galinha, tem pés de pato, pêlo de lontra, rabo de castor e dá leite feito canguru.
E no mundo das plantas? De onde será que as plantas vêm?
A laranjeira, por exemplo, vem da semente que estava escondida na laranja.
E assim acontece com os mamoeiros, as ameixeiras, os abacateiros, as macieiras e muitos mãe. E assim acontece com as orquídeas, certos bambús e outros mais.
A bananeira, por sua vez, brota do pé de sua mãe. E assim acontece com as orquídeas, certos bambus e outros mais.
Já as pedras nascem de um namoro secreto no coração da terra que dura por milhões e até bilhões de anos.
E os planetas? As estrelas? As galáxias? Tudo isso junto vem de um ovo enorme, imenso, gigantesco, que os velhos sábios chamam de "ovo do mundo".
E esse "ovo do mundo", de onde será que ele vem?
Ele vem de um lugar sem lugar e de um tempo sem tempo onde mora a inteligência de todas as inteligências e o amor de todos os corações.
Desse "ovo" que é Um, nasceram o dois, o três, o quatro e todos os números, todos os sons, todas as cores, todas as formas de tudo o que a gente enxerga e de tudo o que a gente não enxerga. Portanto, são muitos os segredos do mundo.
Os segredos do mundo estão guardados em muitos lugares:
- no coração da gente;
- nos números;
- nos desenhos de geometria;
- nas formas da natureza, grandes e pequenas;
- no ritmo de nossa respiração;
- nos ciclos da natureza, como a noite e o dia; a infância, a maturidade e a velhice; o outono, o inverno, a primavera e o verão.
Pois bem, palavras não dão conta dos segredos do mundo mas, no fim das contas, podemos dizer que eles se escondem em tudo que existe na natureza, até no menor grão de areia. Se escondem também nas coisas feitas pelos seres humanos que sabem ver, ouvir, sentir e lembrar.
O coração da gente, portanto, é um lugar que merece muita atenção, pois nenhum outro caminho está mais próximo e mais disponível do que ele.
Nele existe uma pequena luz - pequena, mas muito poderosa - que nunca deixa de brilhar e que nos permite lembrar quem somos e o que há de melhor na gente. Ela também nos ajuda a encontrar as chaves para os segredos que precisamos desvendar e para as escolhas que precisamos fazer.
E quando a gente se sente perdido, ela nos traz conforto e paz. Só que para isso, precisamos ficar bem quietinhos, com toda a atenção voltada para o nosso coração e a nossa respiração e deixar o vento levar as idéias que passeiam por nossa cabeça.
Para aqueles que aprendem a ver, ouvrir, perceber e lembrar, os segredos do mundo se transformam em verdades verdadeiras e dão força para viver.
Então, para começar, podemos lembrar que nosso melhor pensamento é sempre de agradecimento e nosso melhor sentimento é sempre de amor.
E o segredo dos segredos é que, a cada momento, podemos deixar de lado um pensamento sombrio e trocá-lo por um pensamento de agradecimento e alegria, assim como podemos deixar de lado um sentimento sombrio e trocá-lo por um sentimento de amor.
E isso, sempre podemos fazer!
Só depende de nós!
quinta-feira, 31 de maio de 2018
Coragem
Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.
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